Introdução
“E Houve grande alegria naquela cidade”. (At 8.8)
Nos tempos modernos, assim como sempre foi, a Igreja precisa estar atenta aos ventos liberais e desvios doutrinários. Outro grande desafio que ela tem é de saber lidar com os desafios da cidade: Administração dos bens públicos, cuidado com os pobres, educação, saúde, segurança. Como a igreja pode ser efetiva e cooperar de forma dinâmica com os desafios humanos, sociais e espirituais que a cidade enfrenta. A maioria das igrejas possui um modelo pastoral e eclesiástico rural, e sem perceber, encontra dificuldade em entender os grandes desafios com o qual temos de lidar atualmente. Durante anos pensou em estratégias e num tipo de ministério que se aplicava à realidade rural, e agora precisa entender qual estratégia adotar, a partir de uma realidade completamente diferente. Os valores bíblicos são os meios, mas os meios de se comunicar a mensagem tem mudado drasticamente.
De fato, as cidades têm ocupado um espaço cada vez maior de reflexão e se tornado uma razão de muita preocupação para as igrejas. Palavras como networking, ministérios urbanos, empoderamento, podcast, organização comunitária tem se tornado cada vez mais importantes dentro da discussão e dos alvos da igreja. Como ser relevante e significativo para uma cidade cosmopolita como a nossa? Repleta de pessoas com diferentes ideologias, vindas de diferentes culturas e backgrounds, com linguagem e costumes distintos?
A Igreja tem sido chamada a romper seus guetos culturais, linguísticos, sociais e psicológicos. Como traduzir o evangelho a esta cultura distinta na qual estamos vivendo? Como resistir às novas formas de persuasão e sedução com as quais somos desafiados?
Contexto
A chegada de Filipe à Samaria, depois da forte perseguição política e religiosa em Jerusalém foi uma verdadeira revolução. Em Atos 8.8 lemos: “E houve grande alegria naquela cidade.” Gosto muito de pensar na presença da igreja numa cidade, trazendo alegria, benção, graça.
A relação Igreja & Cidade nem sempre foi amigável. Jesus foi hostilizado em Corazim e Betsaida. Depois de expulsar o demônio do gadareno, os habitantes de Gadara, vieram e pediram a Jesus para se retirar imediatamente da cidade. Eles eram capazes de conviver com a possessão maligna e com o domínio do diabo, mas não souberam lidar com a presença libertadora de Cristo. Não é estranho? Meu professor de Missões comparadas e religiões, Rev. Wilson de Souza Castro, afirmava que Gadara rejeitou Jesus porque mexeu no chiqueiro deles. Quando a igreja mexe com a pocilga da cidade sempre vai encontrar hostilidade dos donos dos porcos.
Nossa missão é trazer alegria para a cidade. Quando estávamos elaborando nossa missão e visão, a ideia de um envolvimento e compromisso com a cidade, se tornou muito evidente. Naquela época ainda não tínhamos o terreno que nos foi doado, mas já entendíamos que deveríamos olhar a cidade com compaixão e misericórdia. Nosso escopo missionário tem na sua raiz o compromisso de abençoar a cidade. John F. Kennedy, certa vez afirmou: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer pelo seu país.” Nós não nos aproximamos da política para receber benefícios, mas para saber como podemos ajudar a construir uma cidade melhor.
Por que a igreja trouxe alegria à cidade?
1. A Igreja anuncia as boas novas – “Filipe, descendo à cidade de Samaria, anunciava-lhes a Cristo.” (At 8.5). “Deram crédito a Filipe que os evangelizava a respeito do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo.” (At 8.12)
O que ele ensina? O reino de Deus e o nome de Jesus. Sua mensagem central era a proclamação do evangelho, o centro de sua mensagem era Jesus. Ele não pregava autoajuda, nem prosperidade, nem mudança social. Onde o evangelho chega há libertação e transformação. O conteúdo do Evangelho consistia basicamente destes dois pontos.
i. O anúncio da vida e da obra de Jesus - “Anunciava-lhes a Cristo.” (At 8.5) Não existe nada mais libertador que o nome de Jesus. O nome de Jesus abençoa cidades. Quando o Evangelho é pregado, vidas são transformadas, valores alterados e famílias abençoadas.
O nome de Cristo nos aponta para uma pessoa. O centro da nossa mensagem é Jesus. Este nome está acima de todo nome, este nome tem poder. Anunciamos a Cristo, “escândalo para os judeus e loucura para os gentios.” Nossa mensagem precisa ser cristocêntrica, porque se pregarmos a Bíblia e não chegarmos em Cristo, como afirmava Lutero, estamos traindo o evangelho.
ii. O anúncio do Reino de Deus – “Deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo.” (At 8.12) Como podemos definir o Reino de Deus?
Jesus iniciou seu ministério anunciando: “o reino de Deus está próximo” (Mc 1.14,15). O Reino de Deus é uma diferente forma de viver. Traz nova perspectiva nos relacionamentos com o mundo e com Deus. O objetivo de Jesus ao ensinar sobre o Reino é que seus discípulos percebessem uma nova realidade e nova ordem sobre a terra. O fim da conversão não era apenas uma volta para Deus, mas o pleno envolvimento com os propósitos de Deus na terra. Jesus anuncia uma nova sociedade. Jesus via o Reino de Deus como algo de alcance mundial, com o seu governo sobre todas as nações línguas, povos e raças. O reino de Deus abre a compreensão de uma nova realidade presente entre os homens. De uma perspectiva nova para a vida. Sua história não é apenas um evento humano, mas há uma dimensão transcendental. O reino de Deus está presente na história, mas transcende a história. Há um Deus envolvido na história que é Senhor da história.
Aqueles que queriam participar da comunidade, e que entendiam a mensagem de Jesus e do Reino de Deus, precisam ser discipulados. Filipe os evangelizava. (At 8.12). Isto aponta para o fato de que eles iam aprendendo sobre o evangelho, sobre Jesus e sobre o reino de Deus.
O discipulado precisa ser contínuo, antes do batismo e depois do batismo. O texto demonstra que o processo de conversão precisa aprofundar, porque muitos irmãos haviam sido batizados apenas no nome de Jesus, e precisavam também de um encontro com o Espírito Santo. (At 8.16) Havia fé, mas era algo ainda superficial. Conversão sem claras convicções, pode trazer sérios desvios cristãos. Discipulado é o caminho para aprofundar a fé e o compromisso e desfazer erros teológicos.
A vida cristã era ainda superficial, pois “O Espírito Santo ainda não havia descido sobre nenhum deles. (At 8.16) Havia um grupo vivendo aquém das promessas de Deus. Isto é ainda muito comum entre as comunidades cristãs contemporâneas. Aqueles irmãos possuíam uma compreensão parcial da fé embora já fossem batizados, faltava uma experiência mais profunda com a vida cristã, a visitação do Espírito Santo em suas vidas. Muitos ainda hoje encontram-se assim, já foram até batizados, mas falta-lhes um aprofundamento maior na experiência com Deus, falta-lhes um toque especial de Deus para suas vidas.
É possível perceber que lhes faltava um maior discernimento espiritual. Isto fica claro na concepção nebulosa no coração de Simão, que queria receber o poder através de dinheiro (At 8.18). Apesar de ter sido batizado e acompanhar Filipe nos programas de evangelização, a atitude deste homem chega a ser demoníaca. Uma compreensão parcial do Evangelho pode nos levar até mesmo a adulterar o sentido do Evangelho e a compreender de forma equivocada a vida cristã. Muitos irmãos recentemente têm buscado nossa igreja, porque entenderam que coisas muito equivocadas estavam sendo ensinados em sua igreja de origem, e lendo a Palavra de Deus com mais cuidado, compreenderam tais verdades.
No caso deste texto, Simão queria comprar a benção, quando ela era algo gratuitamente dada por Deus. Sua visão de Deus vinda de um background religioso distorcido, ainda não havia compreendido a beleza do Evangelho. Ele ainda aplicava as errôneas táticas de uma espiritualidade do engano. Saiu da magia, mas a magia não saiu dele.
Como resposta à mensagem que ouviam, eram batizados. O batismo é um ato público que demonstra que a pessoa não quer assumir sua fé e ser identificada com o povo de Deus. Batismo é um ato público e só batizamos quando estamos prontos para não temer mais críticas e questionamentos, mas assumimos corajosamente o compromisso da fé cristã. Por isto que batismo não pode ser realizado de forma temerosa e escondida na cozinha de uma casa, mas deve ser um ato público de quem crê e assume sua fé.
2. A igreja confronta diretamente as trevas - “Pois os espíritos imundos de muitos possessos saíam gritando em alta voz.” (At 8.7) A pregação do Evangelho trouxe libertação das obras malignas, desestruturando os poderes das trevas.
O Evangelho lança fora as trevas e dispersa os espíritos enganadores e imundos. O texto fala de “espíritos imundos”,revelando a natureza do caráter e da ação do diabo, em contraste com o Espírito Santo. O espírito maligno gera imundícia. Ele é sujo nas regras do jogo, e sempre leva as pessoas a vida de pecado, engano e sujeira. A ação maligna escraviza as pessoas levando-as a viverem vida de porco, a se afundarem na lama, a não terem forças para romper com ciclos da morte e de podridão. Tornam-se imundos nos seus hábitos, corrompidos na sua mente, sujos nas palavras, desonesto nos negócios, ímpio nos relacionamentos. O espírito imundo gera imundície.
3. A Igreja desmascara falso sistemas religiosos, superstição e crendices - “Simão, o mágico, iludia o povo com suas artes mágicas.” (At 8.11)
A cidade de Samaria cresceu em torno de mentiras, aceitando as trevas como luz, e as luzes com trevas. Era uma cidade atraída por ocultismo, magia. Havia uma figura religiosa marcante chamada de “Simão, o mágico”. O que ele fazia era engodo, e quando o Evangelho chegou na cidade, ele aparentemente se converte. O Vs. 13 diz que ele “foi batizado” e “acompanhava a Filipe de perto, observando extasiado os grandes milagres praticados”.
Quando tais estruturas malignas estão presentes, é imprescindível que o Espírito de Deus desmascare o mal, revele as incoerências da mentira e que a verdade se manifeste. Crendices populares podem gerar admiração e atrair as pessoas, mas não trazem liberdade. O povo tinha uma falsa visão de Simao: “Este homem é o grande poder de Deus, chamado, o grande poder.” (At 8.10).
O evangelho desmascara estruturas da superstição, magia e mentira (At 8.9-12). O texto relata a experiência de Simão, o mágico, que ali praticava a encantamentos deixando as pessoas perplexas. As pessoas de Samaria eram “iludidas” por suas mágicas (At 8.9). Um dos objetivos dos falsos sistemas religiosos é a ilusão, que exerce um efeito hipnótico nas pessoas. Mesmo quando tais obras são feitas em nome de Deus e por igrejas chamadas evangélicas.
Pessoas podem facilmente ser “iludidas” com mágicas, encantamentos, falsos sinais… Os sinais de Simão que impressionavam as pessoas e as deixavam perplexas, pareciam ser reais, e por isto ele recebeu o epíteto de “O Grande poder”. Tudo era ilusão, mas as pessoas se impressionavam com isto. É fácil iludir grupos, criar grupos. Muitos vivem iludidos pelo engano do diabo.
Simaão insinuava “ser ele grande vulto” (At 8.9). Insinuar é dar a entender de forma sutil ou indireta que alguma coisa é real, quando não é. Ele insinuava ser um homem especial, um profeta, enviado de Deus, alguém sobrenatural e as pessoas aderiam a ele pela capacidade persuasiva que ele possuía. Simão aprendera a enganar, a representar, e muitas pessoas o seguiam por isto.
A região de New England (EUA), onde pastoreei por quase nove anos, é uma região onde proliferam mentiras religiosas e científicas. Mary Baker Eddy e a Ciência cristã, surgiram em Boston. A cientologia cresceu naquela região. Em New Hampshire, nasceu Joseph Smith, fundador do mormonismo. Heresias proliferaram naquela área. Só o poder de Deus pode desmascarar as mentiras e enganos. Somente o evangelho pode fazer isto.
Abadiânia-GO é uma cidade a 25 kms de Anápolis dominada por um homem que atrai a atenção de líderes políticos, famosos atores, que vem de diversos lugares do mundo para serem curados. A economia da cidade gira em torno deste homem, e dos seus supostos e estranhos sinais.
Quando o erro está arraigado, algo estranho acontece: Simão, mesmo depois de ter abraçado a fé e ter sido batizado, ainda estava confuso em relação a natureza destes sinais, e oferece dinheiro para ter acesso a esta benção. Quer comprar o poder de Deus. Apesar de ter sido batizado ele ainda está confuso, e uma séria repreensão de Pedro sobre suas pretensões o leva a perceber os riscos e perigos de seu coração que julgava poder adquirir o dom de Deus por meio do dinheiro (At 8.18-24).
O Evangelho genuíno vai desmascarar tais estruturas, trazer à lume a verdade, revelar as sombras e mentiras. Quando isto acontece, o temor de Deus vem sobre as pessoas, como aconteceu na vida de Simão (At 8.24). Quando as religiões de mentira são desmascaradas, o povo se regozija. Toda vez que a mentira é desmascarada, há celebração. Por isto o texto nos diz que quando o Evangelho chegou até aquela cidade “houve grande alegria”.
A chegada de Filipe àquela cidade, trouxe libertação espiritual. Era apenas um homem de Deus, mas cheio do Espírito, e isto trouxe impacto direto sobre a religiosidade pagã, e seus resultados são descritos no texto:
4. A igreja destrona o mecanismo demoníaco da religiosidade falsa que acredita que o dinheiro pode adquirir o dom de Deus – At 8.18-23.
Há uma mentalidade presente em falsas religiões que vê relação entre dinheiro e coisas espirituais. Simão, o mágico, quer comprar o dom de Deus. É importante considerar que Deus não é subornável, nem se vende. Por isto é que o evangelho subverte a ordem, a graça desestabiliza esta falsa relação.
Na belíssima Catedral Católica de Madrid e na majestosa Catedral de Toledo, na Espanha, existem algumas alas internas, cercadas e devidamente ornamentadas chamadas de capellas, que embora estejam dentro da igreja, são na verdade propriedades particulares da nobreza e de pessoas riquíssimas que compraram estes “lugares sagrados”. De dentro destas pequenas capelas, os donos assistem as missas, e quando falece alguém da família, também as sepulta neste lugar. Cada um destes espaços custa atualmente 10 milhões de euros, e apesar de ser um patrimônio supervalorizado, existem filas de pessoas esperando oportunidade de adquirir um destes locais.
As pessoas que compram estes “locais sagrados”, do ponto de vista da razão, estão erradas? A ideia de “locais santos”, dentro de uma igreja consagrada pelo Papa João Paulo II, e a possibilidade de poder sepultar seus mortos naquele lugar não é coisa de somenos importância? Quanto você pagaria ou investiria na sua fé se você estivesse convencido de que este preço tem implicação eterna?
Toda vez que o dinheiro é associado a uma forma de compra de favor de Deus, algo está errado com tal religiosidade. Dar é um ato de culto e de gratidão a Deus não de barganha; Dar é ato de confiança, não manipulação; dar é um ato de adoração, não de troca. Não damos para ter, mas porque já recebemos. É gratidão, não é compra.
Pedro afirma: “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo.” (1 Pe 1.18,19)
Esta graça é disponível aos que recebem o evangelho de Cristo,
5. A Igreja traz cura física e espiritual - “Pois os espíritos imundos de muitos possessos saiam gritando em alta voz; e muitos paralíticos foram curados” (At 8.7).
O texto fala de curas físicas e espirituais. Deus é um Deus de cura. Onde está a presença de Deus, aí existe restauração, perdão, conciliação, sinais de vida e cura. Deus sempre dispensa poder terapêutico sobre aqueles que o amam. Ezequiel 48 fala das águas purificadoras que saem do trono. Ali existe uma declaração profética tremenda:
“Estas águas descem à campina e entram no mar Morto, cujas águas ficarão saudáveis. Porque onde quer que passe este rio, haverá muito peixe, e tudo viverá por quer que passe este rio. Junto ao rio, às ribanceiras, de uma e outra banda, nascerá toda sorte de árvore que dá fruto para se comer; não fenecerá a sua folha, nem faltará o seu fruto; nos seus meses, produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; o seu fruto servirá de alimento, e sua folha de remédio” (Ez. 48.7-12).
Em Samaria muitos paralíticos foram curados. Pessoas com deficiências e dificuldades de se equilibrar, cuja vida encontra-se sempre desalinhada, fora do prumo, cujos pés não se firmam, precisavam se escorar porque eram inseguros, agora se encontram firmes. Paralítico é alguém que perde a capacidade de movimentos. Paralítico é alguém que espiritualmente perdeu a capacidade de realizar movimentos simples porque tem limitações. Paralítico é alguém que também perdeu a sensibilidade de uma região do corpo, e sofre um torpor, perde a capacidade de ação.
Um exemplo dramático disto é a vida do ator Christopher Reeve, que se tornou conhecido como Super-Homem. Ironicamente o super-homem caiu de um animal e ficou paraplégico, numa cadeira de rodas, até o final de sua vida. Homem inteligente, rico, famoso, bonito, mas que passou a vive muito aquém de suas potencialidades. Pleno de vida, mas limitado pela paralisia que o acometeu após um acidente trágico.
Conclusão
Deus quer curar pessoas cuja vidas se atrofiaram, cuja ação se tornou limitada, cujos movimentos estão reduzidos, cujos movimentos estão limitados. Talvez você seja uma destas pessoas precisando de cura, sua vida se estagnou, você deseja andar com suas próprias pernas, mas os nervos estão atrofiados, os movimentos estão limitados. Quando tais pessoas são curadas, isto traz alegria para a cidade, quando a presença de Deus se manifesta no meio de um povo, por meio do evangelho, os sinais presentes de Deus fazem a vida florescer. Por isto, quando o Evangelho chegou a Samaria. “Houve grande alegria naquela cidade”.
Numa época de tantas pessoas paralisadas e coxas, Deus deseja trazer restauração, renovar vidas, libertar os cativos, dar esperança, restaurar gente torta, vacilante, claudicante e trazer saúde plena. Deus também deseja restaurar paralíticos, gente que perdeu a capacidade de sentir, cujos nervos foram afetados, encontram sem sensibilidade, e que por isto estão sempre dependentes…
Talvez esta mensagem seja exatamente o que você precisa ouvir hoje. Deus quer derramar vida, produzir grande alegria. Por onde a igreja tem passado e levado o evangelho, grandes transformações acontecem. As pessoas se libertam das superstições religiosas, dos falsos pressupostos espirituais, experimentam graça e cura, demônios são expulsos e os paralíticos voltam a andar. Por isto o Evangelho traz grande alegria para a cidade.

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