Introdução
Uma das áreas mais desafiadoras da vida cristã é a oração, e uma das menos usadas. Somos um povo que ora pouco, e ora mal. Não raras vezes vejo pessoas desestimuladas com a vida de oração, muitas vezes já estive exatamente nesta zona de insatisfação e sendo infrutífero nesta área da vida cristã e não encontro muita alegria na minha vida de oração, naquilo que deveria ser minha fonte de alegria, pois trata-se da minha relação com o Senhor.
O problema é que, sem a oração, não se pode desenvolver uma visão sadia de Deus, da igreja, do mundo, de nós mesmos, da história.
Normalmente temos uma oração utilitarista da oração. Aproximamo-nos de Deus como aquele que pode fazer algo em fazer de nós, não para desenvolvermos um relacionamento com ele. Nossas orações mais parecem recados de whatsapp de filhos pedindo dinheiro quando estão na universidade. Fico às vezes me imaginando o que aconteceria no meu coração se meus filhos, estando morando longe de mim, só ligassem quando precisassem de dinheiro.
Normalmente não temos projetos de oração: Oramos por alguns assuntos imediatos e tópicos. Mas não temos agenda de oração, não sabemos o que é prioritário e não conseguimos orar como deveríamos. Não oramos por projetos maiores que nossos projetos pessoais e quando muito, clamamos por alguém de nossa igreja que está enfermo, mas não temos tido um projeto maior de oração.
Você tem algum projeto de oração?
ü Quantos aqui oram sistematicamente por missões, pelos missionários?
ü Quantos aqui oram sistematicamente por plantação de novas igrejas?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pelos filhos da igreja, para que eles sejam livres das tentações da sexualidade, das drogas, sejam guardados dos ensinamentos mundanos que recebem nas escolas, sejam livres do mal?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pelos lares, casais, da igreja?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pelos maridos descrentes da igreja?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pela nossa cidade?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pela unidade de nossa igreja?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pelo governo americano, pelo governo brasileiro para que sejam protegidos e sejam sensatos?
ü Quantos aqui oram sistematicamente pelos líderes da igreja: pastores, presbíteros, diáconos, para que sejam livres das tentações da carne, para que seus lares sejam guardados de tropeços, para que tenham uma vida de santidade?
A verdade é: Não temos projetos de oração.
O Salmo 144, a partir do vs. 12, inicia uma oração carregada de intencionalidade. Não eram apenas orações para resolver necessidades imediatas, mas eram orações estratégicas. Eram orações que atingiam áreas sensíveis.
Frank Perretti, um novelista cristão americano, escreveu alguns best-sellers, falando de batalha espiritual. Ele imagina que o diabo avança a partir do momento em que não existe clamor. Quando a igreja ora, o Reino de Deus avança. Não é sem razão que muitos que se consagram a oração, enfrentam batalhas imensas. Contudo, somos chamados a sermos um povo que ora, e que usa esta importante arma espiritual para neutralizar áreas importantes do nosso inimigo. Um batalhão de pessoas curvadas, pode causar mais transformações que nossos sistemas econômicos ou mesmo exércitos. Grandes batalhas são ganhas de joelho.
O Sl. 144 faz um esboço, um roteiro interessante de oração. Quais eram as preocupações da alma do salmista? Quais eram os assuntos que ele trazia ao altar do Senhor? Estabelece alguns alvos claros para suas orações: Ora pelos filhos e filhas, ora pela economia de seu povo, ora pela paz da cidade, e pede para que Deus seja Senhor de sua nação. Vamos considerar cada um deles. Sua oração era carregada de intencionalidade e seria muito sábio se aprendêssemos com este texto da Palavra de Deus.
Oração pelos filhos
“Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como colunas de palácio.” (Sl 144.12)
Este clamor é um dos mais urgentes e necessários. Se você me perguntasse, prioritariamente, qual deveria ser o seu alvo de oração, eu diria a família, especialmente os filhos. Eu estou absolutamente certo da urgência de oração em favor de nossos filhos, que têm sido bombardeados por valores seculares e humanistas, e eu temo pelo que lhes possa vir acontecer.
Na casa de um pastor que eu visitei, existe um quadro incrível: Um pai está orando ao pé da cama de seu filho, a janela está aberta, e existe um anjo com as suas asas cobrindo e protegendo o filhinho na cama. Que cena! Se nós ao menos entendêssemos isto quando oramos…
Temos que aprender a estender mãos abençoadoras para os filhos. Quantos aqui já foram ao quarto do filho, de madrugada, depois que dormiram, e clamaram pela vida deles? Quantos aqui já colocaram a mão sobre a cabeça de seus filhos e clamaram pela sua proteção espiritual? Quantos aqui tem orado pela vida espiritual do filho? Pelo seu casamento? Pela escolha da profissão?
Existe uma passagem no livro de Jô que me chama atenção. No meio de todo o drama de Jô existe ali um relato, meio perdido e solto, mas que me chama profundamente a atenção. “Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jô a seus filhos e os santificava: levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos, segundo o número de cada um deles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seus corações. Assim fazia Jó, continuamente”. (Jó 1.5)
Muitas vezes nossos filhos se tornam profundamente desguarnecidos, especialmente quando são adolescentes e as pressões sociais e humanas, as pressões da carne se tornam mais exigentes. Existe sobre eles um fator muito pesado, chamado peer pressure. Precisamos aprender urgentemente a clamar pelos nossos filhos. Quando os filhos estiverem em crise, nada é mais poderoso que, pai e mãe, juntos, clamarem ao Senhor?
Boa parte do que eu sou no ministério hoje, estou absolutamente certo, se deve a oração de meus pais e meus sogros. Saber que tenho tais proteções espirituais por detrás de mim me trazem profundo consolo.
Oração pelos filhos: Qual é o conteúdo de sua oração?
a) Ele pede para que os filhos, sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas.
De uma forma direta ou não, muitos possuem uma noção, por menor que seja, de como cuidar das plantas. Durante muito tempo sofri para fazer a grama de minha casa ficar bonita, mas por mais que tenha me esforçado eu olho para minha grama e fico desolado, elas não possuem viço. São gramas raquíticas, frágeis, parecem que as seivas não transitam pelos seus tecidos.
Tenho visto muitos filhos assim, já adolescentes, mas cuja vida parece sem brilho. Adolescentes que perderam a capacidade de amar a vida, de sonhar, de ver a vida como possibilidade e se entregam as drogas, se tornando cada vez mais frágeis e raquíticos. Parece que a vida deles vai se esvaindo, gota a gota.
Mas já vi muitas plantas bonitas. Elas têm o frescor da primavera em si. É assim que alguns crisântemos agora em frente a minha casa. Parece que tomaram toda a energia que puderam da terra. Suas folhas estão cheias de vida.
É por isto que o salmista ora: para que nossos filhos tenham vida. Observem que sua oração aqui é voltada para os filhos homens. Que tenham vida abundante, sejam meninos descomplicados, alegres, cheios de vida. Olho muitas vezes para os adolescentes da igreja, que grupo bonito. O que pode dar errado com eles? Como eles poderão perder o brilho no olhar? Confesso que tenho medo, porque olho para alguns deles e me pergunto: O que vai acontecer daqui 5 anos? Quantos estarão no caminho do Senhor, quantos vão ter uma sexualidade bonita, dentro do caminho do Senhor, quantos vão se casar, constituir um lar bonito, ter filhos amáveis, ter uma esposa temente a Deus. Quantos destes não vão se entregar às drogas, ou vão se tornar levianos como Esaú esvaziando suas vidas, tomando atalhos, negociando valores, perdendo a dignidade?
Falo isto, porque cresci numa igreja evangélica, e muitos dos meus amigos de infância ainda amam e servem ao Senhor com fidelidade. Muitos são presbíteros, pastores, homens de negócios honrados, outros estão bem casados. Mas, por outro lado, quantos perderam o rumo de sua vida… Oh Senhor, que nossos filhos sejam na sua juventude, como plantas viçosas!
b) O que ele pede pelas filhas? A oração pelas filhas é diferenciada. Curiosamente diferenciada…Ele ora para que nossas filhas sejam como pedras angulares, como colunas de palácio.
Que figura impressionante! deixe-me falar sobre ambas:
As pedras angulares eram o ponto de partida de qualquer construção. Antigamente os homens não tinham nações de engenharia e instrumentos precisos que temos hoje em dia, então, quando iam fazer uma construção, eles começavam de um ponto: usavam uma grande pedra, e toda a amarração da construção seria a partir dela. Aquela pedra era o sustento e a base da nova construção. Neste caso, ele ora para que as filhas sejam a estrutura, ponto de partida, das famílias. Por isto Jesus é chamado na Bíblia de “Pedra angular”, porque é a partir dele, e nele, que toda nossa compreensão espiritual se firma. Tira Jesus, e você retira todo o arcabouço da fé cristã.
Muitas vezes nossos lares estão frágeis demais ela fragilidade destas pedras. São mulheres que não dão a mínima estrutura para que seus lares sejam sólidos. A Bíblia diz que “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos a derruba”. (Pv 14.1) Sem querer tirar a responsabilidade dos homens, nada pode ser mais destrutivo para uma casa que uma mulher neurótica e descabeçada. Já vi muitos maridos loucos e desequilibrados, mas as mulheres com sabedoria ainda conseguem dar equilíbrio e estrutura para casa, mas lares cujas mães são desestruturadas, é algo difícil de se manter. Já que a insensata, com as próprias mãos a derruba. Ela faz isto com as próprias mãos.
Um marido aloprado também desequilibra sua casa mas quando o desequilíbrio vem da parte das mulheres, é quase impossível restaurar e reconstruir. A mulher tola deixa os filhos completamente perdidos e desequilibra sua casa. Por isto o salmista ora para que elas sejam como pedras angulares.
Outra verdade que o texto aponta é que elas sejam como colunas de palácio. Mais uma vez aqui se trata da estrutura de um prédio. O que sustenta uma construção senão suas colunas? O salmista ora para que as filhas sejam assim. Mas a coluna tinha outro aspecto fundamental na arquitetura de um prédio: Elas servem de ornamento. Todos nós temos na memoria imagens de filmes com lindas colunas, adornando. Já viram lares sem uma presença feminina como se torna uma casa fria, feia e sem vida? Ou, um lar quando as mulheres perdem o prazer pela sua casa, pelas suas coisas? Quando a mulher não mais tem prazer de arrumar a sua casa, ou de comprar um enfeite para ela?
Este é o primeiro sujeito da oração do salmista. Ele ora pelos filhos e filhas. Temos tido projeto de orar pelos filhos? Algumas igrejas formam grupos de intercessoras para orar pelos filhos e filhas. Outras igrejas criam mães de oração, mulheres que passam a orar sistematicamente pelo seu filho de oração. Existe uma mulher lá no Rio, que durante muito tempo adotou minha filha e orava por ela, de forma constante.
Oração pela economia do povo
“Que transbordem os nossos celeiros, atulhados de toda sorte de provisões; que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares, em nossos campos; que as nossas vacas andem pejadas, não lhes haja rotura, nem mau sucesso.” (Sl 144.13-14)
É muito importante pensar nisto. O salmista ora pela saúde financeira. A teologia hebraica integra profundamente as coisas. Nós costumamos pensar: Isto é pagão e isto é religioso, ou, isto é espiritual/sagrado, e isto é profano, mas na teologia hebraico cristã, os dois mundos são integrados. Nossa teologia envolve as duas coisas num mundo só. Tudo é espiritual. Não podemos dizer, negócio é negócio, Deus à parte. O negócio é espiritual. Nossas transações comerciais precisam ser sagradas. Não podemos pensar que nossa sexualidade não é sagrada, porque ela carrega em si a sacralidade da vida. Tudo é integrado: “Quer comais, ou bebais, ou façais qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus”. (1 Co 11.31)
Quando Deus está restaurando Nínive, ele se refere a sua economia para justificar o fato de que ele não iria destrui-la: “não haveria eu de ter compaixão de 120 mil almas que não sabem discernir entre a mão esquerda e a direita e de seus muitos animais?
Uma economia destroçada traz profundas implicações sociais. Ter ou não ter alimento, é algo que toca o coração de Deus, porque ele sabe, que no fundo, quando o alimento está faltando, não é por falta de seu cuidado celestial, mas por causa da ambição e opressão humana. Fome, miséria, riqueza em extremo são tópicos altamente espirituais e que Deus vai considerar. Às vezes vejo extremos demais e eu fico me perguntando se estas coisas, os abusos, não trarão o juízo de Deus. Mesmo uma pequena parte, já traria uma grande solução para milhares de pessoas.
A economia, os nossos bens, podem glorificar a Deus ou podem se tornar objetos que atrairão o juízo de Deus sobre nós.
Deus está preocupado com a ecologia, com a economia, com a sexualidade, e com todas áreas da vida. Por isto o salmista ora pela agricultura “Que transbordem nossos celeiros, atulhados de toda sorte de provisão”, vs. 14 e pela pecuária: “Que as nossas vacas andem pejadas, não lhes haja rotura, nem mau sucesso”.
Quando ouvimos falar de uma economia em frangalhos, como a recente situação da Venezuela (2026) sabemos que os que serão imediatamente atingidos serão os pobres. Quantos problemas sociais advém de uma crise econômica? Quando o país enfraquesse sua economia isto afetará a todos.
O que faz as pessoas terem tantas privações de coisas simples? Qual é o mal social e político de uma nação? Por que a economia não avança e não se descobre métodos mais exequíveis para que haja justiça e equidade?
Precisamos orar pela saúde econômica de nossa nação. Pedir a benção de Deus sobre estas áreas tão carentes de nossa vida.
Oração pela paz da cidade
“Não haja gritos de lamentos em nossas praças”. (Sl 144.15) O clamor agora é outro: O Salmista ora pela A paz social!
O salmista vivia numa época em que era muito comum guerras entre os povos. Nestas batalhas era grande o sofrimento. Famílias eram dizimadas, jovens tinham suas vidas ceifadas. Na Idade Média, diante das guerras e enfermidades, a expectativa de vida de um homem era apenas de 34 anos. Tais guerras geravam um grande fator de desagregação social. Viúvas jovens, sem recursos financeiros facilmente tornavam-se prostitutas. Filhas sem os pais eram usadas ainda na flor da idade. Além disto o trauma, a dor da perda. O Salmista sabe disto muito bem, e ora pela paz da cidade.
Cidades tendem a se tornar impessoais, alienadoras e solitárias, aumentando a criminalidade e a violência. Precisamos orar pela paz da cidade.
Por que devemos orar pelas cidades?
O raciocínio é simples. Quando o povo estava exilado na Babilônia, Deus pediu que eles intercedessem por aquela cidade. “Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei, orai por ela ao Senhor; porque na sua paz, vós tereis paz” (Jr 29.7) Quando não há violência, todos somos beneficiados.
Outro texto nos ensina: “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.
Reine paz dentro de teus muros e prosperidade nos teus palácios.” (Sl 122.6,7) A intercessão, baseada na Bíblia, clama por paz, segurança e prosperidade dentro dos muros de Jerusalém e para o seu povo. Naturalmente Jerusalem aqui se transforma num protótipo de todas as cidades. O povo de Deus precisa orar e lutar pela paz de sua cidade.
Quando morávamos no Rio, havia sempre um clima de muita tensão, pois a violência atingia a todos indiscriminadamente. Roubos de carros, assaltos a mãos armadas, sequestros, todos viviam sobressaltado. Uma vez um cronista contou uma história dizendo que um rapaz ao sair de casa fora avisado pela sua esposa: “tome cuidado com sua carteira”. Logo a seguir viu um homem correndo adiante de si, com uma carteira parecida com a sua, percebendo que havia sido roubado alcança um homem e o ameaça se ele não lhe der a carteira. Sentiu-se um herói e ao voltar para a sua casa disse a sua esposa: “Ainda bem que você me advertiu, caso contrário teria perdido minha carteira”, e a esposa, assustada lhe falou: ´Benzinho, quando você saiu, tentei lhe alcançar, para lhe dar a sua carteira, porque você a havia esquecido. Você então assaltou uma pessoa!”
Violência gera instabilidade e gera violência. Pessoas acuadas tornam-se mais violentas. Por isto a Bíblia recomenda que oremos pela paz da cidade. A palavra paz shalom significa mais que paz, significa sucesso, alegria, graça entre os moradores. Temos que aprender a orar pela cidade, pelos policiais, pelas autoridades.
Oração pelo senhorio de Cristo.
Esta é quarta oração: “Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor!” (Sl 144.15)
Recentemente estatísticas dos EUA, um país notadamente cristão até bem pouco tempo atrás, mostram que tem havido um decréscimo de pessoas que amam a Jesus. Atualmente, a religião que mais cresce, proporcionalmente, nos Estados Unidos é o islamismo. Ainda que consideremos que muito deste crescimento se deve à imigração árabe na América do Norte, e ao grande número de filhos que os muçulmanos costumam ter. Mesmo assim temos que lembrar que existe um grande desafio missionário tanto para EUA, quanto para o Brasil.
Quem é o Deus do Brasil. O texto afirma: “bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor!” quem tem o domínio de nossa nação?
Estatísticas falam de 6.9 milhões de espíritas do mundo. O Brasil é o maior país espírita do mundo, pessoas seguidoras de Allen Kardec e textos narrados por entidades e que são registrados pela psicografia. Sem contar a numerosa multidão daqueles que afirmam ser católicos, mas que na verdade nem sequer sabem o que significa catolicismo. Existem também, segundo estatísticas, cerca de 100 mil terreiros de umbanda só na Grande Rio. É um número assustador!
Quem é o Senhor de nosso país?
As praias do Nordeste estão cheias de imagens de Iemanjá. Grandes cidades têm construído monumentos para esta “deusa do mar”, e se curvam diante delas. Precisamos orar para que o Brasil seja de fato, orientado por Jesus.
Conclusão
Este texto que nos fala de oração, tem um conteúdo profundamente cristocêntrico. Todas estas reinvindicações estao relacionadas ao ministério de Cristo.
Ele veio para agir em nossos lares, e nos resgatar do fútil procedimento que nossos pais nos legaram. Que nossos filhos possam ser colunas de palácios, e plantas viçosas.
Ele veio para trazer paz e harmonia. Quando Jesus domina sobre um povo, podemos ver mais equidade e justiça, porque a obra de Cristo tem alcance em todas as áreas da vida de um povo.
Ele veio para ser o Príncipe da paz. Trazer reconciliação entre o homem e Deus, e entre as nações. A obra de Cristo possui um enorme impacto em nossa história e nossa sociedade.
Que o Senhor seja Senhor desta nação, pois feliz é o povo cujo Deus é o Senhor!
Samuel Vieira

